Boa tarde.
Deixo aqui o último mail que troquei com o professor que me está a ajudar nesta luta. Espero que ajude mais alguém que também tenha contestado estas questões.
" Questão 5:
Reitere a sua posição quanto à resposta correta se consubstanciar em “gastos de distribuição” e tal opção não se encontrar prevista em qualquer das respostas. Talvez por erro ou omissão, porventura, mas que tal seja admitido pelo júri da Ordem.
Por esta razão, porque nenhuma resposta melhor se adaptaria, a considerou em “outros gastos”, embora por exclusão de partes, e contrariada.
Os gastos com campanhas publicitárias são inevitavelment e gastos não industriais e nunca aprendeu que estes gastos possam ser considerados industriais. Tal enquadramento não consta de qualquer ensinamento, livro ou documento que conheça e desafie-os a explicar o contrário, ou a admitir o erro.
Questione qual o normativo que permite considerar custos não industriais (não necessários para a produção de bens e/ou prestação de serviços) como custo das vendas? Como se podem inventariar custos com publicidade?
Argumente que lhe parece evidente um erro técnico e mesmo científico. Seguindo esta lógica, como para vender é necessário emitir faturas, de que forma os custos administrativo s passam a ser considerados custos das vendas?
Questão 11, 20 e 24:
Aqui é a clara distinção entre gastos e pagamentos, que bem aprendeu.
Como, por outras palavras, se com a nova legislação na contabilidade financeira deixou de existir diferença entre gastos e pagamentos, como justificam a resposta da questão 7 (as rendas são as quantias a pagar)?
E qual o lançamento contabilístico do pagamento? De acordo com este raciocínio as quantias entregues para pagamento de uma compra de matéria-prima devem ser consideradas custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas? Parece-lhe que não, e de facto não o é, mas de acordo com a posição do júri já não saberá aplicar esta tão importante distinção.
Estará perante mais um erro grosseiro que o júri da Ordem insiste em não querer admitir.
Questão 24:
Aqui, não obstante o referido quanto ao exposto anteriormente quanto à distinção entre gastos e pagamentos, é clara a existência de um gasto semi-variável ou semi-fixo, ou seja, um gasto que contém simultaneament e uma componente fixa e variável. Concretamente, uma componente fixa que perdura por mais do que um exercício económico e não dependente do volume (acesso permanente à plataforma), e outra componente variável (aplicada para cada cliente), proporcional à utilização da plataforma.
Mas mais uma vez a Ordem não considerou esta opção, técnica e cientificament e correta, na resposta, e por essa razão admitiu a opção “nenhuma das anteriores”, o que à falta da melhor resposta, foi levada a concluir. "
Boa sorte!