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Contabilidade e fiscalidade

Ajuda para um trabalho de CF II

13 Respostas    12.176 Visualizações

Iniciado por mppao, Maio 07, 2011, 08:54:55 PM

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mppao

Boa tarde,
Tenho uma dúvida num exercício que tenho de fazer.
Vou colocar aqui o enunciado para ser mais explícito:
Em Maio  de N, após estarem encerradas e aprovadas as contas do exercício de N-1, os auditores da empresa descobriram que, por lapso, não tinha sido contabilizado um documento relativo a despesas de gasóleo, no montante de 10€, datado de Junho de N-1.
De acordo com os preceitos do SNC, e relativamente às despesas de gasóleo, a empresa no ano N deverá:
a) Contabilizar a despesa a débito na conta 6462 - FSE, Combustíveis
b) corrigir o erro, debitando a conta 56
c) não efectuar qualquer registo contabilístico
d) Outra. Se for outra, qual?

Agradecia caso alguém me pudesse ajudar. :)

Obrigada

pinheiro

Na minha opinião, e dado que se trata de uma correcção relativa a exercícios anteriores, a opção B parece-me ser a correcta, salvo melhor opinião.

Cps.

raquelsofiam

Olá

Uma vez que o valor é irrelevante, não poderia lançar 6881.

Raquel Moreira

Sandra_

Na minha opinião a mais correcta seria a B....
Bjs
Sandra Costa :)

mppao

E porquê escolher a b) ?
Eu acho que é a mais correcta, mas não sei como hei-de explicar. :x

Sandra_

como é um erro relativo a um ano anterior não afectará o resultado do período, espero ter ajudado, ag de momento n tenho forma de me explicar melhor...
Bjs
Sandra Costa :)

mppao

Obrigada pela resposta! :)

Já agora, há uma sociedade que é proprietária de uma patente. Esta patente tem um valor de mercado de 6.000.000€, mas a sua quantia escriturada é zero.
Realiza-se a revalorização da patente? Sim ou não, e porquê?

Esta está-me a deixar completamente à nora. :s
Obrigada

DL56

#7
Boas a todos,
Sou novo por aqui e tenho gostado bastante do fórum, os meus parabéns pelos excelentes conteudos.

Aproveito o tópico para não estar a criar um novo, visto que o tema é o mesmo.
Tenho 2 dúvidas que se me pudessem esclarecer, agradecia  ;D

1- Quanto temos uma situação de contigência temos que efectuar sempre a respectiva previsão? Visto que uma contigência é uma situação de grande imprevisibilidade e que depende de acontecimentos futuros diria que nem sempre se deve efectuar a provisao, mas como devemos ser prudentes a tratar a informação financeira estou na dúvida se devemos ou não efectuar.

2- Os movimentos efectuados na classe 5 representam sempre financiamentos da empresa? Na minha opinião diria que não, pois por exemplo na 591 podemos ter taxas de câmbio desfavoraveis á empresa e logo á partida anula o efeito positivo na classe 5. a 594 quando fala de doacções, também pode ser usada para exemplificar que a afirmação está incorrecta?

Sandra_

olá, na minha opinião, em primeiro lugar a patente foi adquirida? ou gerada internamente? terá que ver se cumpre os critérios de reconhecimento da NCRF 6.
Caso cumpra os critérios de reconhecimento, só poderá ser revalorizado se o seu justo valor for determinado com referência a um mercado Activo,  (parece-me ser esse o caso).

Espero ter ajudado.


Citação de: mppao em Maio 11, 2011, 11:22:06 PM
Obrigada pela resposta! :)

Já agora, há uma sociedade que é proprietária de uma patente. Esta patente tem um valor de mercado de 6.000.000€, mas a sua quantia escriturada é zero.
Realiza-se a revalorização da patente? Sim ou não, e porquê?

Esta está-me a deixar completamente à nora. :s
Obrigada
Bjs
Sandra Costa :)

Sandra_

Boa tarde,
As situações de contingência só serão passíveis de provisão se for provável que ocorra um influxo (no caso de activo contingente) ou exfluxo (no caso de passivo contigente) de benefícios económicos futuros. é uma situação que depende um bocado do bom senso.

As contas da Classe 5 , não me parece que representem sempre financiamento da empresa...

é so uma opinião.
Espero ter ajudado


Citação de: DL56 em Maio 12, 2011, 06:55:32 PM
Boas a todos,
Sou novo por aqui e tenho gostado bastante do fórum, os meus parabéns pelos excelentes conteudos.

Aproveito o tópico para não estar a criar um novo, visto que o tema é o mesmo.
Tenho 2 dúvidas que se me pudessem esclarecer, agradecia  ;D

1- Quanto temos uma situação de contigência temos que efectuar sempre a respectiva previsão? Visto que uma contigência é uma situação de grande imprevisibilidade e que depende de acontecimentos futuros diria que nem sempre se deve efectuar a provisao, mas como devemos ser prudentes a tratar a informação financeira estou na dúvida se devemos ou não efectuar.

2- Os movimentos efectuados na classe 5 representam sempre financiamentos da empresa? Na minha opinião diria que não, pois por exemplo na 591 podemos ter taxas de câmbio desfavoraveis á empresa e logo á partida anula o efeito positivo na classe 5. a 594 quando fala de doacções, também pode ser usada para exemplificar que a afirmação está incorrecta?
Bjs
Sandra Costa :)

DL56

Citação de: Sandra_ em Maio 12, 2011, 07:43:56 PM
Boa tarde,
As situações de contingência só serão passíveis de provisão se for provável que ocorra um influxo (no caso de activo contingente) ou exfluxo (no caso de passivo contigente) de benefícios económicos futuros. é uma situação que depende um bocado do bom senso.

As contas da Classe 5 , não me parece que representem sempre financiamento da empresa...

é so uma opinião.
Espero ter ajudado


Citação de: DL56 em Maio 12, 2011, 06:55:32 PM
Boas a todos,
Sou novo por aqui e tenho gostado bastante do fórum, os meus parabéns pelos excelentes conteudos.

Aproveito o tópico para não estar a criar um novo, visto que o tema é o mesmo.
Tenho 2 dúvidas que se me pudessem esclarecer, agradecia  ;D

1- Quanto temos uma situação de contigência temos que efectuar sempre a respectiva previsão? Visto que uma contigência é uma situação de grande imprevisibilidade e que depende de acontecimentos futuros diria que nem sempre se deve efectuar a provisao, mas como devemos ser prudentes a tratar a informação financeira estou na dúvida se devemos ou não efectuar.

2- Os movimentos efectuados na classe 5 representam sempre financiamentos da empresa? Na minha opinião diria que não, pois por exemplo na 591 podemos ter taxas de câmbio desfavoraveis á empresa e logo á partida anula o efeito positivo na classe 5. a 594 quando fala de doacções, também pode ser usada para exemplificar que a afirmação está incorrecta?

Obrigado, já é uma grande ajuda  ;)

mppao

Não nos é dito qualquer informação. Apenas a que referi... Daí a minha (GRANDE) dúvida,

Citação de: Sandra_ em Maio 12, 2011, 07:35:52 PM
olá, na minha opinião, em primeiro lugar a patente foi adquirida? ou gerada internamente? terá que ver se cumpre os critérios de reconhecimento da NCRF 6.
Caso cumpra os critérios de reconhecimento, só poderá ser revalorizado se o seu justo valor for determinado com referência a um mercado Activo,  (parece-me ser esse o caso).

Espero ter ajudado.


Citação de: mppao em Maio 11, 2011, 11:22:06 PM
Obrigada pela resposta! :)

Já agora, há uma sociedade que é proprietária de uma patente. Esta patente tem um valor de mercado de 6.000.000€, mas a sua quantia escriturada é zero.
Realiza-se a revalorização da patente? Sim ou não, e porquê?

Esta está-me a deixar completamente à nora. :s
Obrigada

Sandra_

está escriturada então em activo intangível com o valor de 0, certo? em principio pode ser revalorizado pois tem a informação do valor de mercado...

Citação de: mppao em Maio 12, 2011, 11:43:08 PM
Não nos é dito qualquer informação. Apenas a que referi... Daí a minha (GRANDE) dúvida,

Citação de: Sandra_ em Maio 12, 2011, 07:35:52 PM
olá, na minha opinião, em primeiro lugar a patente foi adquirida? ou gerada internamente? terá que ver se cumpre os critérios de reconhecimento da NCRF 6.
Caso cumpra os critérios de reconhecimento, só poderá ser revalorizado se o seu justo valor for determinado com referência a um mercado Activo,  (parece-me ser esse o caso).

Espero ter ajudado.


Citação de: mppao em Maio 11, 2011, 11:22:06 PM
Obrigada pela resposta! :)

Já agora, há uma sociedade que é proprietária de uma patente. Esta patente tem um valor de mercado de 6.000.000€, mas a sua quantia escriturada é zero.
Realiza-se a revalorização da patente? Sim ou não, e porquê?

Esta está-me a deixar completamente à nora. :s
Obrigada
Bjs
Sandra Costa :)

gestao

Muito boa noite a todos,

Eu também sou nova neste forúm,

tenho uma questão e gostaria de saber se m podem ajudar :)

Imaginando que a 31 Dez de N, após a elaboração de um relatório, foi considerado existirem 32000 u.m de mercadorias depreciadas, cujo valor potencial de venda não excede os 20000 u.m. A minha questão é se devo efectuar uma imparidade de inventários ou uma regularização de inventários. Se m pudessem ajudar agradecia imenso :)

E se não for incómodo o porquê da vossa escolha e a exclusão da outra hipótese

Muito obrigada