Nem de propósito, na revista da OCC de Fevereiro de 2016, na página 70, aparece um caso em parte similar no consultório técnico.
Em que um cabeleireiro que tem champôs, por exemplo, como matéria-prima para o seu serviço prestado, também os vende como mercadoria (ainda que em muito menor número).
Assim, admitindo-se impossível prever o que é para usar como matéria-prima e o que é para vender como mercadoria, deverá-se lançar tudo a uma conta de matérias-primas (33), em que mais tarde se fará uma reclassificaçã o para um conta de mercadorias (32).
Algo que me parece ter total sentido. Ainda assim... é algo diferente do meu caso, pois a venda de mercadorias não faz de facto parte do objeto social.