Desafios do E-commerce e novas formas de publicidade! O caso DIGITAL INFLUENCERS

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Iniciado por pattaraujo, Maio 22, 2018, 04:32:07 PM

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pattaraujo

Caríssimos colegas.
Tendo aberto uma loja online portuguesa,os desafios são imensos.

Neste momento há um desafio para o qual peco a vossa expertise.
A nOVA profissao de digital influencer (bloggers,instagrammers etc) publicitá/anuncio o produtos em troca de uma "Fee"e do próprio produto.

Por exemplo,uma jovem com 2000 mil seguidores no instagram aceita artigos com os quais se veste e tira uma foto, publicitando a loja.

Desafios então!
1-muitos destes influenciadores  recusam-se a passar fatura...!(enfim,meramente informativo,porque não ha nada a fazer!)

2- os artigos da loja que a influencer usa, ficam para ela como foma de pagamento. Como imputar isto? Não é uma oferta, pois o artigo é o pagamento da publicidade dela!
Note se que o valor do artigo,para muitos s influencers e inerentes,ou seja,tanto pode ser um produto de 200€ como de 20€...e é o pagamento do trabalho dela/dele de agir como influenciador dos seus seguidores.

Como posso resolver isto contabilísticamente? Mesmo colegas com grande experiencia experimentam agora estes e muitos mais desafios do comercio eletrônico e suas rápidas evoluções!

Posso pedir o vosso conselho especializado? :-)))

kushinadaime

A passar factura, é a loja, que "dá" a roupa à influenciadora que tem que passar factura, é a loja que transmite bens.
A influenciadora, que presta serviços tem que facturar é ao destinatário dos serviços prestados, à plataforma normalmente.
A roupa, basicamente o trabalho da influenciadora é uma co-produção, uma cooperação, e a roupa é a parte da loja nesta cooperação.
E nesta área temos um exemplo velhinho de influenciadores, os jornais e revistas de especialidade que fazem há muitos tempo isso.
Por exemplo, nas áreas da informática, beleza feminina, os artigos dados às revistas são regularizações de inventários por contrapartida de ofertas ou publicidade conforme é para uma coisa mais discreta ou se é para publicidade descarada.
A titulo de curiosidade os materiais que não são dados, são emprestados são mercadorias à consignação, e quando a campanha acabar, e forem para o lixo (porque já vem com marcas de uso óbvias depois de passar por vários jornalistas) vão a regularizações de inventários por contrapartida de publicidade.